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“Vou daqui, vou prá lá, cada coisa em seu lugar” fica em cartaz até outubro no Museu Catavento

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Depois de percorrer 86 escolas na Baixada Fluminense e fazer sucesso na programação de férias do Museu Catavento, museu de ciências da Secretaria de Estado da Cultura, o projeto cultural “Esse mosquito vai dançar” permanece até 14 de outubro no Museu com o espetáculo “Vou daqui, vou prá lá, cada coisa em seu lugar”.

Com patrocínio da marca SBP (Reckitt Benckiser) e com o apoio da Razzo, o projeto difunde noções de prevenção e proteção permanentes contra o Aedes aegypti, de forma lúdica e divertida. Em 2018, o projeto passa acontecer com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura por meio do Programa de Ação Cultural do Estado – PROAC.

Desenvolvido pela OAK Educação e Cultura, “Esse mosquito vai dançar” foi lançado em 2016, no Rio de Janeiro. Em sua primeira fase, o projeto consistia na apresentação de uma esquete teatral nas escolas da Baixada Fluminense e na distribuição de kits de material didático para alunos e professores. “Na primeira fase do projeto percorremos 9 munícipios da Baixada Fluminense, região muito atingida por casos de dengue, zika e chikungunya. Agora, o projeto foi ampliado e passa a ter um espetáculo infantil com novos personagens, trilha sonora e cenário original. Acreditamos no poder do teatro e do universo lúdico para transmitir conhecimento e estamos muito felizes em trazer o projeto para São Paulo”, conta Vera Gomes, socióloga e diretora da OAK Educação em Cultura.

Programação

Em São Paulo, o projeto vai ser realizado no teatro do Museu Catavento, no Brás, região central da cidade. Serão 3 meses de apresentações gratuitas do espetáculo “Vou daqui, vou prá lá, cada coisa em seu lugar”, abertas aos frequentadores do museu e às escolas que visitam o local como parte de suas atividades extracurriculares.

A partir de agosto as apresentações ocorrem quintas e sextas, às 10h e às 14h25, e aos sábados, domingos e feriados, às 13h30 e às 15h.

Sob a batuta teatral do dramaturgo Kleber di Lázzare, com trilha sonora e direção musical de Edu Berton, a peça conta a história de Tinha e Kito, um simpático casal de palhaços que anda pelo mundo construindo novos lares, sempre atentos aos cuidados com a saúde e bem-estar. Entre estes cuidados estão atitudes que ajudam a combater o Aedes egypti, sempre colocadas de forma assertiva e lúdica. Ao final do espetáculo, o público recebe um folder com informações a respeito do combate ao mosquito Aedes egypti e das doenças transmitidas por ele.

Para a apresentação do espetáculo, a OAK doou ao Museu Catavento equipamentos de luz e som. “A peça tem uma trilha sonora especial e um cenário cuidadosamente elaborado para atrair a atenção do público. Para garantir a qualidade das apresentações, foi necessário trocar os equipamentos do teatro do Catavento. Esta doação vai beneficiar nosso espetáculo e as atrações que o espaço receber no futuro”, explica João Noronha, diretor de produção do projeto. “Nos identificamos com o Museu Catavento em sua proposta de difundir conhecimento por meio da curiosidade e do entretenimento. Ficamos felizes em contribuir com um espaço tão importante”, complementa.

Em sua primeira fase, o projeto atendeu diretamente 120 mil alunos da rede pública da Baixada Fluminense - indiretamente, mais de 500 mil pessoas foram impactadas. Em 2018, a previsão é de que o espetáculo seja assistido por mais de 18 mil pessoas. “Crianças e adultos que têm acesso às informações transmitidas pela peça, compartilham e colocam em prática o que aprenderam. O impacto indireto destes 4 meses de projeto pode chegar a 100 mil pessoas”, explica Vera Gomes. “Com cultura e diversão vamos contribuir para a prevenção de doenças e promoção do bem estar!”, finaliza.

 

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